Saúde visual no trabalho
Óculos para quem passa o dia na frente da tela.
Vista cansada, olho seco e dor de cabeça no fim do expediente têm explicação — e têm solução. Veja o que muda com a lente certa.
Sinais de fadiga visual
Reconhece algum destes?
Se dois ou mais aparecem na sua semana, vale medir o grau e conversar sobre a lente certa para o monitor.
- Ardência e olho seco
- Na frente da tela a gente pisca bem menos do que o normal. O olho resseca, arde e fica vermelho no fim do dia.
- Dor de cabeça no fim do expediente
- Quase sempre é esforço para focar. Um grau pequeno, que passa despercebido no dia a dia, pesa muito em oito horas de monitor.
- Visão embaçada ao olhar longe
- Depois de horas focando perto, os olhos demoram a relaxar. É um sinal clássico de fadiga visual.
- Necessidade de aproximar do monitor
- Se você se pega chegando mais perto da tela ou aumentando a fonte, vale medir o grau antes de acostumar com o desconforto.
O que costuma resolver
As opções que indicamos para uso em tela.
Nada de fórmula pronta: escolhemos junto com você, olhando a sua receita e a sua rotina de trabalho.
- Lente para a distância do monitor
- A tela fica numa distância intermediária, nem perto de leitura nem longe. Existem lentes calculadas para essa distância, que deixam o foco estável o dia todo.
- Filtro de luz azul
- Tratamento aplicado na lente que reduz parte da luz azul das telas. Ajuda no conforto de quem passa muitas horas no monitor.
- Antirreflexo
- Corta o reflexo da luminária e da janela na lente. É o tratamento que mais faz diferença para quem trabalha em escritório.
- Lente de descanso (sem grau)
- Para quem não tem grau, mas sente cansaço na tela. Só indicamos depois do exame — se houver grau, ele vem primeiro.
Para empresas
Equipe inteira na tela? Existe convênio para isso.
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Perguntas frequentes
